Prancha Surf

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Historial do Surf

Publicado em 14/02/2010 por Surfista

E porque, sem história, nada é nada, podemos revelar aqui algumas curiosidades acerca das origens do surf. É interessante saber que as primeiras noções de surfsurgiram em povos havaianos que consideravam que, para cada dia ser um bom dia, eram necessárias ondas apropriadas e, para que estas fossem atingidas, era necessário, segundo estes Havaianos tradicionais, ser praticado um bom surf. Então, a prática primordial de surf pode-se considerar como que associada a uma necessidade de agradar o mar para melhorar a vida humana, ou seja, uma questão de superstição.

Mas como tudo evolui e as superstições começaram a ser postas de lado, o surf começou a ser utilizado como um modo de garantir uma aptidão física adequada, através do esforço aquando da prática desta actividade.

Contudo, a maneira como era encarado o surfmudou depois da chegada de uma nova raça, a branca. O Havai tornou-se um país mais visitado depois da chegada desta raça, que vinha com o intuito de obter lucro, destruindo a tradição e os costumes da população original, enquanto se apoderavam da ilha.

Devido a este desrespeito, estas comunidades foram forçadas a deixar de lado a sua cultura e, consequentemente, os seus costumes, entrando o surf em grande declínio. No entanto, e ao contrário do que se poderia pensar, o surf não se deixou extinguir, ressurgindo no próprio século XIX. Esta “ressurreição” foi feita por um grupo de resistentes, provavelmente Havaianos, que mantiveram, apesar de tudo, os seus costumes. Até se chegou a pensar que apenas pessoas originárias desta comunidade teriam a capacidade de praticar esta actividade, mas isto tem-se vindo a revelar como falso.

Desde então, não demorou muito tempo até que o Surf se alastrasse até países bastante longínquos. Acompanhando esta evolução, as próprias pranchas tiveram que sofrer melhoramentos. Mas, mesmo assim, o número de praticantes ainda não era exorbitante, até pelo contrário. A dificuldade do desporto restringiu o número de surfistas à volta do mundo.

Novos materiais foram sendo desenvolvidos no intuito de facilitar o desporto, aumentando a leveza dos movimentos e o próprio controlo na prancha. Com novos materiais, novos movimentos surgiram. Com esses mesmos novos movimentos, o desporto foi embelezando cada vez mais e ganhando mais espectadores. Este desenvolvimento contínuo e cada vez maior tem-se revelado bastante interessante.
Desde há bem pouco tempo, o maior local de Surf do planeta localiza-se na Oceânia, mais propriamente na Austrália. Que local será a próxima tendência?

Apesar de tudo isto, de ser um desporto que nos pode ajudar a descontrair, por exemplo, o Surf tem revelado, mais recentemente, que pode ser bastante rentável. Aspectos relativos ao bem-estar ou à manutenção da condição física foram, progressivamente, abandonadas, surgindo a noção de dinheiro envolvida neste desporto. Hoje em dia, ser surfista é uma profissão bastante bem paga.

Os diferentes tipos de onda

Publicado em 13/02/2010 por Surfista

Para a prática adequada de determinado desporto, não interessa apenas ter jeito. A parte teórica de cada assunto tem sempre a sua importância, e as ondas, mais propriamente as do surf, não fogem à regra. Um dado bastante interessante é a multiplicidade de ondas possíveis existentes. Sendo assim, e dado que o mar é bastante perigoso, convém conhecer, se bem que não perfeitamente, parte do comportamento do mar.

Basicamente, existem 3 tipos de ondas. Estas não são nomeadas a partir da sua altura, amplitude ou força, nem nada do género. Esta classificação deve-se ao local onde estas acabam, ou melhor dizendo, onde estas rebentam.

As ondas que se podem considerar mais vulgares são as que acabam o seu percurso em plena praia. Se vamos ao mar depois de apanhar um bocado de sol, estamos em contacto com este tipo de ondas, denominadas ondas de Beach Break. Este é o tipo de onda ideal para quem pretende começar a exercer surf. São as menos arriscadas perante a integridade humana e até mesmo alguns dos profissionais se podem limitar a estas. Os outros 2 tipos de onda podem ter um carácter de maior risco, para a prática do surf.

As ondas de Point Break são aquelas que rebentam numa rocha. Como é de prever, a um surfista inexperiente não convém começar a sua actividade na área do surf neste tipo de onda. Além de ser potencialmente mais perigosa, também, naturalmente, deverá ser muito mais agressiva e menos fácil de apanhar.

Ainda existem as ondas de Reef Breakque, se acontecer algo de errado, como serem mal apanhadas, podem ser fatais para a vida humana. No entanto, se tudo correr bem, contribuem bastante para o espectáculo no surf. Este tipo de onda rebenta em recifes e uma das suas curiosidades é a de que, nos vídeos que podemos ver na internet, por exemplo, nos mais variados momentos, é este o tipo de onda mais frequente, devido à sua elevada beleza.

Estes são os 3 principais tipos de onda possíveis, na prática do surf e é essencial o seu conhecimento para uma prática mais segura deste desporto tão espectacular que se tem vindo a desenvolver, muito rapidamente, ao longo dos anos.

Quem as faz e quem as usa

Publicado em 13/02/2010 por Surfista

Actualmente, o surf, nomeadamente as pranchas, são encaradas associadas ao dinheiro. Antigamente, no Havai, as pranchas eram concebidas através de métodos simples e com fins muito diversificados, mas nunca relativos à obtenção de capital.

Com a evolução natural do Homem e com a sua crescente ambição, novas pranchas e novos truques de surf começaram a ser adoptados. Os fabricantes, ao longo dos tempos, foram revelando um crescente interesse pelos materiais constituintes das pranchas. Além do design, factor de extrema importância em tudo nos dias de hoje, as pranchas teriam de ser apropriadas para o uso, feito por parte de profissionais, ou por apenas praticantes que simpatizem com a modalidade.

Todos os pormenores, todas as características têm vindo a ser, gradualmente, melhoradas. Um surfista não se pode dar contente, na actualidade, com uma prancha de características idênticas às pranchas utilizadas em tempos transactos.

Por estas e por mais obrigações de qualidade, o custo das pranchas têm-se vindo a revelar cada vez mais elevado, com custos muito acima do que se possa esperar.

Enquanto que o principal objectivo do design de uma prancha é o marketing, as dificuldades do desporto podem ser ultrapassadas, mesmo que apenas em parte, pela utilização de pranchas mais adequadas. Essas características que geram ao surfista uma maior facilidade na obtenção de rapidez e equilíbrio, ou seja, controlo na prancha, são garantidas pelos próprios fabricantes destas.

Como já vimos, o papel de qualquer fabricante é o de tentar rentabilizar o seu negócio ao máximo, produzindo pranchas que sejam bem parecidas e, ao mesmo tempo, que sejam favoráveis aos praticantes. Já os praticantes têm que ser críticos na sua escolha. As pranchas que se adequam melhor às suas características devem ser as primeiras a ser tomadas em conta. Não se pode pensar só no design, aparência de uma coisa, por qualquer que seja essa mesma coisa.

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