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Quem as faz e quem as usa

Publicado em 13/02/2010 por Surfista

Actualmente, o surf, nomeadamente as pranchas, são encaradas associadas ao dinheiro. Antigamente, no Havai, as pranchas eram concebidas através de métodos simples e com fins muito diversificados, mas nunca relativos à obtenção de capital.

Com a evolução natural do Homem e com a sua crescente ambição, novas pranchas e novos truques de surf começaram a ser adoptados. Os fabricantes, ao longo dos tempos, foram revelando um crescente interesse pelos materiais constituintes das pranchas. Além do design, factor de extrema importância em tudo nos dias de hoje, as pranchas teriam de ser apropriadas para o uso, feito por parte de profissionais, ou por apenas praticantes que simpatizem com a modalidade.

Todos os pormenores, todas as características têm vindo a ser, gradualmente, melhoradas. Um surfista não se pode dar contente, na actualidade, com uma prancha de características idênticas às pranchas utilizadas em tempos transactos.

Por estas e por mais obrigações de qualidade, o custo das pranchas têm-se vindo a revelar cada vez mais elevado, com custos muito acima do que se possa esperar.

Enquanto que o principal objectivo do design de uma prancha é o marketing, as dificuldades do desporto podem ser ultrapassadas, mesmo que apenas em parte, pela utilização de pranchas mais adequadas. Essas características que geram ao surfista uma maior facilidade na obtenção de rapidez e equilíbrio, ou seja, controlo na prancha, são garantidas pelos próprios fabricantes destas.

Como já vimos, o papel de qualquer fabricante é o de tentar rentabilizar o seu negócio ao máximo, produzindo pranchas que sejam bem parecidas e, ao mesmo tempo, que sejam favoráveis aos praticantes. Já os praticantes têm que ser críticos na sua escolha. As pranchas que se adequam melhor às suas características devem ser as primeiras a ser tomadas em conta. Não se pode pensar só no design, aparência de uma coisa, por qualquer que seja essa mesma coisa.

Historial das pranchas

Publicado em 13/02/2010 por Surfista

As pranchas, utilizadas nos mais variados desportos, como no surf, no bodyboard, entre outros, têm vindo a sofrer alterações significativas ao longo dos anos, com o objectivo de melhorar a prática de determinado desporto, bem como facilitar a mesma.

O primeiro povo praticante do surf foi o povo Havaiano, o qual considerava esta prática fundamental para uma paz de espírito e que possibilitava dias melhores na vida alheia.

Este primeiro povo a adoptar o surf como desporto de eleição não tinha quaisquer objectivos lucrativos. As pranchas eram desenvolvidas com madeira vulgar e eram, ao contrário de hoje, um pouco “gigantes”. É de notar que, quanto maior a prancha, maior seria o estatuto social do seu portador. Então, ao que hoje se associa ao profissionalismo, as pranchas bastante pequenas, no passado, associava-se a um mais baixo estatuto social.

Por curiosidade, as primeiras pranchas mediam mais que 10 pés de comprimento, o que é um valor bastante elevado comparativamente às pranchas actuais. Mas tal faz parte da história da prancha. Um dos principais factos da história da prancha é a sua gradual redução de tamanho.

A partir do reviver do surf, quase extinto aquando da invasão de raças estranhas à população Havaiana, o design passou a ser tomado mais em conta. O comprimento de cada prancha foi quase reduzido a metade.

Então, e como um pé, 1ft, equivale, aproximadamente, a um terço de um metro, podemos estimar que, antes da invasão da raça branca, as pranchas nunca mediriam menos do que 3 metros, o que é um valor bastante exagerado para o comprimento de uma prancha.

Não só o comprimento tem vindo a ser alterado. A largura, a espessura e o peso foram outros dos parâmetros alterados, ao longo do passar do tempo. Com a redução destes atributos e com o seu fabrico através de madeira menos comum, a velocidade e o próprio equilíbrio foram melhorados. Um design mais atraente remete a uma maior quantidade de produção de produtos. As primeiras vendas em massa começaram por volta de meados do século XX.

As pranchas tornaram-se, então, progressivamente, mais caras. Com o final da segunda guerra mundial, este facto ainda se acentuou mais, devido ao melhoramento da tecnologia e à permissão que passou a existir, relativamente à obtenção de materiais com ainda maior qualidade.

Hoje em dia, as Surf Shops têm todas hipóteses de serem bem sucedidas, dado o avanço extraordinário, tanto na qualidade, como na imagem das pranchas dos mais variados desportos.

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